Ninhol.

Publicado em: 24 de julho de 2010 | Categoria: Isso é arte, Prata da casa | Por: Deise Lima | Comentários (0)

Jamerson Lima, o Ninhol.

Jamerson Lima, o Ninhol.

Jamerson Lima, o rapaz da foto ao lado, que atende também por Ninhol, convida para sua exposição individual em cartaz até 01 de agosto próximo, no Mezanino Cultural do TU, São Paulo-SP.

Nós, do FnP, mais que reconhecemos o valor artístico da obra deste pernambucano e reforçamos o convite. Algumas de suas ilustrações originais podem ser encontradas a venda na nossa distinta galeria.
 

 ”Natural de Olinda/Pernambuco, Ninhol é apaixonado por sua terra e pela cultura local que fortemente influencia seu trabalho.Iniciando como designer e ilustrador, logo anseia por outros ares, onde possa realmente mostrar o seu universo.Assim desenvolveu um estilo próprio, caracterizado por cores marcantes e traços fortes e sutis ao mesmo tempo.

Ora lembrando vitrais, em que um jogo de cores contrasta com um preto marcante, definindo formas únicas, nas quais explora os maracatus, carnavais, fé, cordel, a cultura do sertanejo entre outros elementos.

Um olhar contemporâneo, mas com fortes raízes nas tradições culturais.

(a produção da exposição é de Jeff Celofane, que assina o texto acima)

divulgacao-ninhol

ninhol

Período: 22 de Julho a 1º de Agosto de 2010

Horário de funcionamento:
segunda a sexta-feira da 10h às 18h30
sábado, domingo e feriado: das 11h às 15h

Local:
TU – Mercado de Arte e Moda.
Mezanino Cultural
Av. Pedroso de Morais, 793
Alto de Pinheiros
Tel.: 11 3816-3100

Mais informações:
www.tumercadodearteemoda.blogspot.com/

Por: Deise Lima | Comentários (0)

Por um fio.

Publicado em: 10 de julho de 2010 | Categoria: Isso é arte, Prata da casa | Por: Deise Lima | Comentários (2)

convite

Receita simples para uma para-exibição em três passos: 1 – ter obra, 2 – escolher espaço central, de preferência Praça ampla e de fluente passagem e 3 – chegar e expor. Montar os tarecos com amigos e expor. Por um Fio é uma colectiva que surge do desejo de um grupo de fotógrafos brasileiros que rumando a/por Lisboa, desejam partilhar a sua obra da maneira mais imediata e inteligente possível: montando galeria bem perto de ti, na rua por onde passas.

Todos ao estendal das Amoreiras – estende-se o fio para que dances o limbo sob a imagem, estica-se a guita para que ensaies o slacklining pela arte. Sem quedas”

(fonte: revista portuguesa com certeza “Le Cool“)

Os fotógrafos brasileiros são Ana Rodrigues, Daniel Chiacos (a dupla do Páprica), Kelly Lima, Henrique Andrade, Karin Lener, Silvio Moreia, Stella Mello - que estão no FnP com a “Domingo no Parque”, Fred Alves e Tatiana Guinle e clicam com suas câmeras a tradução do termo proposto. 

 

“‘Por um fio’ não se prende a apenas fotografias dos mais diferentes e coloridos varais, prendedores, roupas ou demais objetos estendidos dentro de um universo literal, mas passeia pela alusão ao tema. Assim, a lua desloca-se na imagem por um fio de luz, enquanto a gota também se pendura no fio d´água que pende do parapeito imaginário.” - nos explica a curadora Cláudia Tavares.

Nós, do FnP, nos orgulhamos da movimentação constante destes nossos artistas que fazem e acontecem. Desejo enorme de dar um passeio entre as amoreiras.

A exposição fica entre amanhã (10 de julho) e 18 de julho, na Praça das Amoreiras, Lisboa.

Vamos dar um pulinho lá?

Por: Deise Lima | Comentários (2)

As flores de plástico não morrem.

Publicado em: 12 de junho de 2010 | Categoria: Isso é arte, Prata da casa | Por: Deise Lima | Comentários (0)

Conheça Jackson Anastácio - novo artista do Foto na Parede - que adora explorar texturas e múltiplas exposições e tem nas flores um de seus temas preferidos.  Porque as flores de plástico não morrem, e essas na sua parede também não :)

"Flor em dupla", de Jackson Anastácio. Dente de Leão, em dupla exposição com outra flor.

"Flor em dupla", de Jackson Anastácio. Dente de Leão, em dupla exposição com outra flor.

Jackson começou a fotografar em 2007 e, de início, escolheu o fotojornalismo. Não tardou muito para perceber que o fotojornalismo despertava sua admiração, mas não era sua vocação.

"Flor em triplo", por Jackson Anastácio. Não dá vontade de soprar?

"Flor em triplo", por Jackson Anastácio. Não dá vontade de soprar?

E de Dia dos Namorados - que é hoje - já não dá mais tempo. Mas lembre-se: todo dia é dia de amar. Declare-se - inesperadamente - com nossas flores e acompanhe com trilha sonora: “e vejo flores em você”.  Nós garantimos seu sucesso :)

"Partitura das flores", por Jackson Anastácio.

"Partitura das flores", por Jackson Anastácio. A aplicação de textura na fotografia a faz parecer uma pintura.

(e Ira! de trilha sonora. porque quero viver meu presente e lembrar tudo depois. isso é o que mais me agrada, isso é o que me faz dizer: que vejo flores em você.)

Por: Deise Lima | Comentários (0)

África.

Publicado em: 10 de junho de 2010 | Categoria: Isso é arte, Prata da casa | Por: Deise Lima | Comentários (0)

Chegada a Copa do Mundo, é tempo não só de celebrar o futebol. Celebremos a África, que pela primeira vez recebe o evento mais assistido do planeta.

Continente mais pobre dentre todos,  segundo mais populoso,  abundante em etnias que tanto brigam entre si, o que mais sofre com a AIDS. E também o continente da vegetação mais preservada do mundo, habitat das maiores espécimes ainda vivas, exuberante nas suas cores, na sua dança, na sua alegria.  Terra de Nelson Mandela, prêmio Nobel e dos homens mais admiráveis deste planeta.

"Guepardo em Campo Florido, Kalahari", por Charles Young. Chuvas são extremamente raras na Namíbia, porém basta apenas um pouco delas para que a vegetação rapidamente floresça.

"Guepardo em Campo Florido, Kalahari", por Charles Young. Chuvas são extremamente raras na Namíbia, porém basta apenas um pouco delas para que a vegetação rapidamente floresça.

Devemos tanto de nossa cultura, nossa musicalidade e requebrar dos quadris aos africanos. E nos sentimos tão fortemente brasileiros que, parece, nos esquecemos disso (ou eu esqueço?). Aproveitemos a oportunidade para saudar a África, nossa africanidade, nossa afro-descendência. Que a Copa do Mundo exerça seu papel simbólico de unir o povo africano, que ajude a deixar um pouco mais para trás o pesadelo do apartheid. Que os jogadores façam sua parte, que o espetáculo seja lindo, que o mundo olhe para a África. E que sobressaiam os verdes e amarelos, brasileiros ou (sul)africanos.

Suricatas são pequenos mamíferos que vivem em extensos e complexos túneis subterraneos, dos quais saem apenas durante o dia. Enquanto o grupo busca por alimento, um ou mais ‘sentinelas’ ficam atentos ao perigo.

"Suricata sentinela", por Charles Young. Suricatas são pequenos mamíferos que vivem em extensos e complexos túneis subterraneos, dos quais saem apenas durante o dia. Enquanto o grupo busca por alimento, um ou mais ‘sentinelas’ ficam atentos ao perigo.

No Foto na Parede, a África está representada pelos belos registros da Namíbia, feitos pelo geólogo Charles Young - alguns ilustrando este post e todos a venda em edição limitada. A Namíbia é o país menos populoso do planeta e com a natureza mais preservada. A fauna é desconcertantemente linda assim como as paisagens, que, muitas vezes, remetem ao silêncio e a solidão.

"Deadvlei" - Embora mortas a mais de 900 anos, as árvores de Deadvlei não apodrecem devido ao clima extremamente árido da região, permanecendo quase que perfeitamente preservadas. Sua cor enegrecida vem da constante exposição ao sol.

"Deadvlei", por Charles Young - Embora mortas a mais de 900 anos, as árvores de Deadvlei não apodrecem devido ao clima extremamente árido da região do Deserto de Namib, permanecendo quase que perfeitamente preservadas. Sua cor enegrecida vem da constante exposição ao sol.

"Sossuvlei", por Charles Young. Algumas das maiores dunas do mundo são encontradas na área de Sossusvlei, na Namíbia, alcançando mais de 300 metros de altura.

"Sossuvlei", por Charles Young. Algumas das maiores dunas do mundo são encontradas na área de Sossusvlei, na Namíbia, alcançando mais de 300 metros de altura.

Fácil apaixonar-se pela África, não?
E pra finalizar, me desculpem, mas não consigo resistir: pra frente Brasil, salve a seleção.

Por: Deise Lima | Comentários (0)

Pelada na várzea.

Publicado em: 8 de junho de 2010 | Categoria: Isso é arte, Prata da casa | Por: Deise Lima | Comentários (0)

Futebol é o esporte mais popular do mundo. Desperta paixões não só no Brasil, mas em todos os continentes do globo. Não se sabe se é a dificuldade do gol, a imprevisibilidade do jogo que pode mudar no último minuto, a facilidade da prática - afinal basta uma várzea e uma bola de meia ou a dança do drible que tanto encanta, seduz e conquista torcedores, jogadores, jogadores frutrados e espectadores. Como toda boa paixão, tem sua dose de mistério.

Martina Schreiner, gaúcha e apaixonada por um futebol de várzea, deu novo significa ao ‘futebol-arte’ nesta coleção “Paixão Nacional“, a venda no FnP. Vale a pena conhecer: tem bola, tem chuteira, tem luva, tem gramado de várzea, todos os componentes de uma boa pelada entre amigos, numa visão gráfica, sutil e repleta de detalhes.

"Chuteira I", em 20x40cm (R$69) ou 35x70cm (R$129)

"Chuteira I", em 20x40cm (R$69) ou 35x70cm (R$129)

E como curiosidade:
várzea (def.): terreno baixo, plano, com poucas pedras, sujeito a alagamentos em época de chuva.
futebol de várzea (def.): futebol amador, jogado em campos não oficiais, via de regra próximos a rios.
pelada (def.): partida de futebol entre amigos, geralmente num campo improvisado e sem uniforme.

E por aqui, entramos em ritmo de Copa do mundo.
Pra frente Brasil, salve a seleção.

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Uma carta de amor.

Publicado em: | Categoria: Isso é arte, Prata da casa | Por: Deise Lima | Comentários (0)

Melhor presente de dia dos namorados? Uma carta de amor.

http://www.fotonaparede.com.br/love-letter.html

"Love letter", de Simone Belintani. No FnP, por R$69 em 20x30cm e R$89 em 30x40cm. Disponível também em montagem em painel de madeira.

Para quem ficou curioso pelo texto da ilustração, reproduzo aqui:

“I have missed you today. I kept thinking of the security of your arms when you hold me, the wonderful flutter in the pit of my stomach when you look at me with loving eyes, the tender kisses that you leave on my skin as you leave in the morning. There is just something about the autumn air that makes me feel at ease and open to love. It’s hard to describe the emotion churning inside my body. It is like a delicate thunderstorm. With every kiss the storm gets stronger. The lightning strikes and my body yearns for you. The thunder roars and memories of your kiss, your touch, your taste… they all overwhelm me. All I can do is close my eyes for the few seconds that the memory lasts and savor it as it fades away. Oh, I have missed you dearly today. I love you.”

Baita declaração de amor, não?  E porque estamos muito musicais, não resisti a mais um post com trilha sonora, embalado por Cássia Eller.
“-Eu caso contente
Papel passado e presente
Desembrulhado o vestido
Eu volto logo, me espera
Não brigue nunca comigo
Eu quero ver nossos filhos
O professor me ensinou
Fazer uma carta de amor…

(trecho de “E.C.T.”, composição da tríade Marisa Monte \ Carlinhos Brown \ Nando Reis, consagrada na voz inesquecível de Cassia Eller. Ouça no vídeo abaixo)

Por: Deise Lima | Comentários (0)

Mais de Arnaldo Antunes.

Publicado em: 30 de maio de 2010 | Categoria: Isso é arte, Prata da casa | Por: Deise Lima | Comentários (0)

Que Arnaldo Antunes inspira muita gente, já sabemos.  Só quero contar que a incidência é alta aqui pelo Foto na Parede. Temos Cla Leal, fã confessa e também Gui Athayde com sua “Mais Azul“.

“debaixo d’água tudo era mais bonito, mais azul, mais colorido: só faltava respirar”
Arnaldo Antunes

"Mais Azul", de Gui Athayde está a venda no FnP, em edição limitada a 250 impressões (em 20x30cm) e a 100 impressões (em 30x40cm), a partir de R$169.

"Mais Azul", de Gui Athayde está a venda no FnP, em edição limitada a 250 impressões (em 20x30cm) e a 100 impressões (em 30x40cm), a partir de R$169.

(letra completa de “Mais Azul” e Arnaldo cantando, em vídeo amador)

Debaixo dágua tudo era mais bonito
mais azul mais colorido
só faltava respirar

Mas tinha que respirar

Debaixo dágua se formando como um feto
sereno confortável amado completo
sem chão sem teto sem contato com o ar

Mas tinha que respirar
Todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia
Debaixo dágua por encanto sem sorriso e sem pranto
sem lamento e sem saber o quanto
esse momento poderia durar

Mas tinha que respirar

Debaixo dágua ficaria para sempre ficaria contente
longe de toda gente para sempre
no fundo do mar

Mas tinha que respirar
Todo dia
Todo dia, todo dia
todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia

Debaixo dágua protegido salvo fora de perigo
aliviado sem perdão e sem pecado
sem fome sem frio sem medo sem vontade de voltar

Mas tinha que respirar

Debaixo dágua tudo era mais bonito
mais azul mais colorido
só faltava respirar

Mas tinha que respirar
Todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia

Por: Deise Lima | Comentários (0)

Gente nova no pedaço: Cla Leal.

Publicado em: 29 de maio de 2010 | Categoria: FnP Informa, Prata da casa | Por: Deise Lima | Comentários (1)

FnP Entrevista: Cla Leal: Emocoes, trilha sonora, photoshop

Hoje em dia há muita polêmica sobre o uso do photoshop na fotografia. Normalmente critica-se muito seu uso no fotojornalismo e editais de moda. Mas e quando esta ferramenta permite ao artista criar novas formas de expressão?

Cla Leal descobriu a fotografia num caminho inverso. Começou brincando no photoshop até que percebeu que seria ainda melhor se, aquelas imagens que ela manipulava, fossem fruto do seu olhar. E assim dedicou-se a estudar e comecou a construir o trabalho e linguagem que hoje você vê no Foto na Parede.

Como e por que você começou a fotografar?

A paixão por fotografia me acompanha desde pequena mas passei a fotografar somente há 4 anos. Inicialmente, tinha como hobbie manipular fotos no Photoshop. ‘Roubava’ algumas imagens na Internet e passava horas me divertindo com montagens, até o dia que eu percebi que seria muito mais interessante manipular as minhas próprias imagens. Foi assim que resolvi me matricular em meu primeiro curso. Surpreendentemente, eu me envolvi tanto que comecei a emendar um curso no outro, e nunca mais parei.


Qual a principal fonte de inspiração para seu trabalho?
Tudo aquilo que se passa comigo e com as pessoas ao meu redor. Quando estou tratando uma imagem, acabo fazendo uma grande reflexão do que esta representa para mim e vou trabalhando-a até que expresse fidedignamente a minha forma de enxergá-la e principalmente de senti-la.

A mísica também me inspira muito. Tenho como hábito buscar a trilha sonora das minhas fotos e muitas vezes isso é determinante na forma como vou trata-la.

Que referências (outros autores, literatura, musica, etc) você diria que mais influenciam seu trabalho como fotógrafa?Tenho forte identificação com o trabalho da Frida Kahlo e verdadeira devoção pela obra do Arnaldo Antunes. Na Fotografia, atualmente estou deslumbrada com o trabalho da fotografa franco-suiça Liliroze e com o da fotografa russa Elena Kalis. E pela minha forte ligação com a música, outra referência é o projeto ‘A Imagem do Som’ do designer Felipe Taborda, no qual artistas plásticos produzem suas obras inspirados em grandes músicas brasileiras.

Você busca um determinado estilo de fotografia? Ou prefere explorar diferentes formas de fotografar?

Como ainda estou desvendando o universo da fotografia, sinto que ainda exploro diferentes formas em busca da minha linguagem. Mas o curioso é que o retorno que tenho do meu trabalho me mostra que já existe um estilo se desenhando. Tenho um grande amigo que me chama de ‘Francis Bacon da fotografia’ por perceber um universo mais sombrio em minhas fotos. Talvez pelo fato de eu ser psicóloga e ter me dedicado por anos a área hospitalar, tendo tido a possibilidade de conviver de perto com a morte e com muita dor, isto acaba sendo muito presente ainda em minha vida e se refletindo no meu olhar.

Qual a sua visão sobre a fotografia como meio de expressão e arte?Sem dúvida, a fotografia é uma grande ferramenta de comunicação e expressão artística. Através de cada imagem retratada estamos expressando a forma como enxergamos o mundo e suscitando sentimentos e reflexões sobre tudo aquilo que diz respeito ao ser humano.

As fotografias de Cla Leal estão a venda no Foto na Parede a partir de 59 e tamanhos variam de 20×20cm a 60×60cm. Você ainda pode optar por levar a foto ja montada em painel de madeira.
Compre em 3x sem juros

Por: Deise Lima | Comentários (1)

Ao Um segue-se o Dois.

Publicado em: 12 de maio de 2010 | Categoria: Isso é arte, Prata da casa, Promoção | Por: Deise Lima | Comentários (0)

12 de maio de 2009.
Eu e Dani celebrávamos - online via skype - o lançamento da primeira galeria virtual de fotografias e ilustrações do Brasil. Uma champagne de cada lado. Era a concretização de uma idéia, o nascimento de um filho concebido por duas, o fruto do primeiro passo, o surgimento do núcleo. Era o fim de um começo e o início de algo que queríamos seguir sem fim. Eram 21 artistas no mesmo barco que nós. Desejávamos formar uma família. Crescer, expandir e frutificar. Encantar e conquistar.

12 de maio de 2010.
Chega ao fim o Ano I. Nossa família cresceu. Aos 21 artistas, somaram-se mais 9. Aprendemos, mudamos, adaptamos. Conquistamos e encantamos. É um ciclo que se encerra cheio de fôlego, orgulho e idéias para o próximo. O caminho continua, a estrada segue sem fim. Que venha o Ano II, o ano do duo. Parabéns para nós.

ano-um

Para a célebre ocasião, preparamos uma singular coleção especial de aniversário. A nossos artistas, um pedido: que produzissem uma obra com o tema “Um, único”. A diversidade de interpretações do tema, por cada um dos artistas, é o que forma a unicidade desta coleção que tem o jeitinho do FnP: um coletivo de singulares.

Todas as imagens da coleção “Um, único” estão limitadas a 20 impressões, em preços especiais para caber no seu bolso. Festeje conosco, pendure arte na sua parede.

(um gostinho da “Um, único” aqui. Para ver a coleção completa, clique aqui)

"Núcleo" por Martina Schreiner. Parte da coleção "Um, único", de R$109 por R$69, em apenas 20 impressões, a partir do tamanho 25x30cm.

"Núcleo" por Martina Schreiner. Parte da coleção "Um, único", de R$109 por R$69, em apenas 20 impressões, a partir do tamanho 25x30cm.

“Um, único, o núcleo e o início. Ao redor dele tudo gravita, nasce, cresce e se expande.” - Martina Schreiner

"Adelante" por Victor Bonomi. Parte da coleção "Um, único", em 20x30cm, 30x45cm, 40x60cm. Limitado a 20 impressões por tamanho.

"Adelante" por Victor Bonomi. Fotografia feita no deserto de Uyuni - Bolívia, parte da coleção "Um, único", em 20x30cm, 30x45cm, 40x60cm. Limitado a 20 impressões por tamanho.

“Quando há um único caminho a seguir, esse caminho é sempre em frente.” - Victor Bonomi

"Aura", por Páprica. Parte da coleção "Um, único".

"Aura", por Páprica. Parte da coleção "Um, único".

“Em suma o que é a aura ? É uma figura singular, composta de elementos especiais e temporais: a aparição única de uma coisa distante por mais perto que esteja.” - Walter Benjamin, citado por Páprica.

Por: Deise Lima | Comentários (0)

FnP Entrevista Bruno Zorzal: A redescoberta do absurdo da realidade.

Publicado em: 9 de maio de 2010 | Categoria: Prata da casa | Por: Deise Lima | Comentários (0)

FnP Entrevista: Bruno Zorzal - A redescoberta do absurdo da realidade

Bruno Zorzal nasceu no Espírito Santo, assim como o Foto na Parede. Depois da faculdade de comunicação, onde começou a explorar o fotojornalismo, mudou-se para a Itália com a intenção de aprimorar seu trabalho. Atualmente, ainda morando no exterior, trabalha como fotógrafo independente e foca sua produção na vida contemporânea nas grandes cidades e seus aspectos. O tema rendeu a exposição individual ‘Screens’, que pode ser vista até 21 de maio na Galeria Homero Massena, na cidade natal do artista - Vitória.

Toscana Rural por Bruno Zorzal

Toscana Rural por Bruno Zorzal

Como e por que você começou a fotografar?Comecei na universidade de Jornalismo, em Vitória (ES). Eu não me dava com os textos. Sempre fui meio alheio aos detalhes que o texto jornalístico exige. E a tal imparcialidade que nos exigiam, impossível. Com a fotografia era tudo automaticamente resolvido pelas características dessa linguagem.

Qual a principal fonte de inspiração para seu trabalho?

Vivendo em uma grande cidade se deve tomar cuidado em não se perder no mundo de estímulos que elas oferecem. Da mesma forma a comunicação. Parece que se sabe de tudo antes mesmo que aconteça. Então meus trabalhos tendem a nascer nesse ambiente caótico, concreto e imaginativo das grandes cidades. 

Recife Antigo por Bruno Zorzal

Recife Antigo por Bruno Zorzal


Que referências (outros autores, literatura, música, etc) você diria que mais influenciam seu trabalho como fotógrafo?
Tenho uma grande, e automática, preferência pelos trabalhos daqueles que começaram no jornalismo. Escritores e fotógrafos. Talvez porque associe as obras ao modo romântico em que parecem ser produzidas. Autores sempre em movimento, longe de casa. Mas, a parte o romantismo, é normalmente uma arte com boas doses de realidade, o absurdo da realidade. 

Você busca um determinado estilo de fotografia? Ou prefere explorar diferentes formas de fotografar?

Gosto de pensar que a descoberta de cada assunto requer uma redescoberta na maneira de fotografar. Isso pode se dar com aparelhos diferentes ou com formas diferentes de lidar com um mesmo aparelho. O importante é poder esquecer da máquina enquanto se fotografa senão corre-se o risco de trabalhar para ela.

O vento#II por Bruno Zorzal

O Vento #II por Bruno Zorzal

Qual a sua visão sobre a fotografia como meio de expressão e arte?O importante é o que se diz, não como. O cineasta Jean-Luc Godard, por exemplo, falou que no inicio pensou na literatura. Com papel e caneta tentou se concentrar em descrever uma cena poética com a lua mas se viu muito limitado em transmitir com palavras aquilo que sentia. Então simplesmente pegou uma câmera e enquadrou a lua, estava tudo lá. 
Os cactos #I por Bruno Zorzal

Os Cactos #I por Bruno Zorzal

As fotografias de Bruno Zorzal estão a venda no Foto na Parede a partir de 69 e tamanhos variam de 20×30cm a 40×60cm, incluindo uma panorâmica de 200×20 m. Você ainda pode optar por levar a foto já montada em painel de madeira.
Compre em 3x sem juros

Por: Deise Lima | Comentários (0)

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